A Diretoria Executiva optou por acionar a justiça para resolver a questão com seu parceiro, a 777 Partners.
Diante das várias denúncias sobre uma possível situação financeira crítica e um provável controle por terceiros, os torcedores vascaínos demonstraram descontentamento com aqueles que foram inicialmente vistos como “salvadores”.
Vale ressaltar que membros da Sempre Vasco, envolvidos nessa administração, participaram de comissões, tiveram acesso (ou deveriam ter tido) ao contrato, aprovaram acordos, tiveram grande influência na mídia e, em conjunto com a Mais Vasco, aprovaram a venda dos direitos do futebol do clube de maneira duvidosa, precipitada e arriscada, como se revela agora.
A promessa de transparência é deixada de lado quando conselheiros eleitos são ignorados, chegando ao ponto de tomarem conhecimento de convocações do Conselho Deliberativo pela imprensa, evidenciando o descaso com as instâncias do clube.
Estamos diante da repetição de atitudes e procedimentos que levaram o Vasco até esta situação: falta de transparência, desrespeito ao estatuto, negligência em relação aos poderes do clube. Com um objetivo aparentemente claro: MUDAR DE PROPRIETÁRIO, sem diálogo, sem apresentar documentos, amparando-se em cláusulas de sigilo extremas.
O grupo Vasco Eterno, que desde o início questionou os membros envolvidos nessa situação, continuará batalhando para que os sócios tenham acesso aos contratos assinados entre o Vasco e a 777, além de defender um debate sério, respaldado pelo estatuto e realizado nos fóruns adequados, sobre os possíveis rumos após a obtenção da liminar.
Relembrando as palavras do saudoso Cazuza:
“Eu vejo o futuro repetir o passado…”
Fonte: Facebook Vasco Eterno