Acompanhado por mais duas pessoas, o especialista da empresa Swot Global foi nomeado pelo juiz Paulo Assed Estefan, responsável pela liminar que restabeleceu o controle do futebol ao Vasco associado. A ação está em segredo de Justiça.
O objetivo do especialista era identificar a quantidade de documentos a serem analisados para, posteriormente, estimar os honorários a serem pagos. Ao chegar no prédio, ele foi informado na recepção que não poderia subir. Após insistência, uma advogada da equipe jurídica da Vasco SAF desceu até a recepção.
O episódio, que durou menos de uma hora, resultou em tumulto e discussões acaloradas. Funcionários da SAF alegam que a advogada foi tratada de forma agressiva e recebeu ameaças de detenção. O ge tentou contato com o Vasco e a Swot Global, mas ambos se recusaram a se pronunciar.
O Vasco alega que a decisão do juiz não autoriza o acesso ao escritório da SAF, uma vez que a ré no processo é a 777 Partners. Além disso, o clube informou ao especialista que não houve aviso prévio da visita, o que vai contra o artigo 466 e 474 do Código de Processo Civil.
A empresa responsável pela perícia dos documentos registrou o ocorrido nos autos do processo. Até o momento, não houve novas declarações.
Fonte: ge