O nome de Gustavo Cuéllar, de 31 anos, voltou a ser cogitado no início desta semana pelo Vasco. Atualmente no Al-Shabab, da Arábia Saudita, o volante é um desejo do técnico Ramón Díaz, porém a negociação é desafiadora.
Isso se deve, em primeiro lugar, ao orçamento limitado do clube para esta janela de transferências. Além de ter que fazer um investimento para tirar o jogador do clube saudita, o Vasco também precisaria arcar com o alto salário do atleta. Cuéllar expressou interesse em retornar ao futebol brasileiro e estaria disposto a reduzir seus ganhos mensais. Ainda assim, o colombiano recebe atualmente mais do que Payet, o jogador com maior salário do Vasco.
A possibilidade de contratar Cuéllar, que está em pauta na SAF desde a segunda janela do ano passado, é do interesse do diretor de futebol Alexandre Mattos e, principalmente, de Ramón Díaz. O fato de jogador e técnico terem trabalhado juntos no Al Hilal representa uma vantagem significativa para o Vasco na busca pelo volante.
– Mister… Muito obrigado por tudo que nos deu nesse tempo, nos ensinou a acreditar até o fim e não desistir, mesmo tudo estando contra… Sei que o futebol e a vida nos unirão novamente… Muito sucesso em seus próximos desafios – publicou Cuéllar em suas redes sociais quando Ramón Díaz deixou o clube da Arábia Saudita, em maio de 2023.
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Pessoas próximas ao jogador acreditam que as chances de Cuéllar fechar com o Vasco nesse momento são pequenas e dependem da persuasão de Ramón Díaz. Cuéllar foi adquirido recentemente pelo Al-Shabab, com quem tem contrato até junho de 2026. O clube, que não está em boa fase no campeonato saudita, rescindiu o contrato com o meia Éver Banega no final do ano passado.
Para avançar nas negociações, Alexandre Mattos precisa convencer a direção sobre o investimento, algo que não tem sido fácil para o diretor. Outro jogador na mira do Vasco, Juan Sforza, enfrenta situação semelhante. Embora o clube tenha um acordo com o Newell’s Old Boys, da Argentina, ainda há pendências com o grupo americano que impedem a concretização do negócio.
Fonte: ge