Neste último sábado, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) tornou público a revisão do árbitro de vídeo (VAR) dos momentos polêmicos ocorridos no clássico entre Fluminense e Vasco, no estádio do Maracanã. Rodolpho Toski Marques, responsável pela tecnologia, concordou com a decisão do juiz Wilton Pereira Sampaio, que optou por não marcar um pênalti em lance no qual Manoel usou o braço para interceptar um chute de Vegetti.
– No ponto de contato, houve um bloqueio, precisamos verificar se a bola teria passado. Não percebo um movimento adicional deliberado. Vejo um movimento natural do braço. Caso a bola não tivesse tocado no braço, teria atingido o corpo do jogador. (…) Ele não estende o braço para trás, a bola teria o atingido no corpo. Tudo foi analisado. A bola tocou no braço, mas não houve um movimento adicional.
A Regra 12, que aborda os toques na bola com a mão ou o braço, menciona que o jogador cometerá uma infração ao “tocar na bola com a mão ou o braço de forma deliberada; por exemplo, movendo a mão ou o braço em direção à bola”.
Ganso e Martinelli assinalaram os gols do Fluminense, que conquistou a vitória no clássico após 13 partidas sem vencer. Vegetti descontou para o Vasco. O Tricolor retornará aos gramados nesta quinta-feira para enfrentar o Cerro Porteño, no Paraguai, em partida válida pela terceira rodada da Conmebol Libertadores.
Fonte: ge