Possível penalidade envolvendo Lucas Piton
O lance ocorreu aos 42 minutos do primeiro tempo. Após um cruzamento vindo da esquerda, Diego Costa, jogador do Grêmio, tentou dominar a bola dentro da área e, ao perder o controle, ela acabou batendo em seu braço esquerdo. Após a análise do VAR, Flávio Rodrigues de Souza manteve a decisão tomada em campo.
De acordo com os árbitros assistentes de vídeo, Piton, ao perceber que a bola poderia atingir seu braço, o recolheu, caracterizando, no entanto, um “movimento de reação” e não um toque intencional. No entanto, a árbitra Daiane Muniz sugeriu uma revisão, pois considerou que “o braço não se encontrava em posição natural”.
Para Flavio Rodrigues de Souza, Piton estava em uma ação legítima de disputa. Assim, ele interpretou o lance como normal e não viu indícios de bloqueio deliberado. Por esse motivo, optou por não marcar a penalidade.
Possível penalidade envolvendo Rodrigo Ely
O lance questionado pelo Vasco aconteceu aos 4 minutos do segundo tempo. Na ocasião, Galdames reclamou de ter sido derrubado pelo zagueiro Rodrigo Ely, do Grêmio, dentro da área. O VAR não alertou o árbitro e o jogo seguiu.
Os árbitros assistentes de vídeo analisaram a situação e consideraram o lance como imprudente. Contudo, conforme explicado por Daiane Muniz, como a bola estava em disputa e nenhum dos jogadores tocou nela, concluíram que o contato foi casual devido à briga por espaço.
Simulação de Rossi
Por fim, a revisão que causou menos discussão foi em relação a um possível pênalti sofrido por Rossi, ainda no primeiro tempo. O árbitro Flavio Rodrigues de Souza recorreu ao VAR e, além de anular a marcação da penalidade, também advertiu o atacante do Vasco com um cartão amarelo por simulação.
Fonte: ge