Carlos Brazil, que atualmente trabalha na transição do Vasco, foi eleito nesta quarta-feira como presidente do Movimento dos Clubes Formadores do Futebol Brasileiro. Essa será a terceira vez que ele ocupará o cargo na MCFFB.
Rodrigo Dias (Coritiba), Gustavo Jordão (Retrô) e João Paulo (Palmeiras) serão os diretores do órgão. Todos são gestores das categorias de base de clubes brasileiros.
– Agradeço a confiança de todos os participantes ao me elegerem presidente da MCFFB pela terceira vez. Com isso, sinto uma responsabilidade maior em buscar avanços em diversas áreas. Porém, dentro da MCFFB, temos profissionais altamente qualificados e competentes, e qualquer um deles poderia ser presidente. Sempre temos uma diretoria muito forte, o que não foi diferente dessa vez, e gestores das categorias de base dos clubes que participam e colaboram de forma efetiva para que possamos evoluir – declarou Brazil.
Fundado em 2012, o MCFFB tem como objetivo promover a integração entre os gestores dos clubes formadores em todo o Brasil, todos eles com o certificado de Clube Formador emitido pela CBF e pela respectiva federação estadual.
O MCFFB também tem a responsabilidade de trabalhar no desenvolvimento da formação do futebol brasileiro, buscando acordos entre clubes e promovendo um diálogo maior com a CBF e as federações estaduais.
– O Movimento dos Clubes Formadores nasceu com a percepção de que os clubes deveriam se unir para formar jogadores ainda melhores no futebol brasileiro. O resultado disso é que hoje somos o maior exportador de jogadores do mundo. Conseguimos alinhar com a CBF competições importantes para o calendário das categorias de base, com transmissão de jogos. Também reduzimos significativamente a transferência de jogadores entre clubes, que antes ocorria de maneira natural e até abusiva. Além disso, conseguimos junto à federação estadual que a Copa São Paulo fosse oficialmente o encerramento da temporada das categorias de base, permitindo que jogadores que completassem 21 anos no ano da disputa pudessem participar. Ainda há muito a ser feito, não apenas para o desenvolvimento dos atletas, mas também para a formação dos profissionais que trabalham no futebol – concluiu Brazil.
Fonte: ge